Prioridades

Quantas são as suas responsabilidades? Como pessoa, como cidadão, como familiar, como amigo, como funcionário... Vamos fazer o favor a ambos de não listarmos. Somos responsáveis por tanto, em tantas áreas de nossas vidas, que fica difícil exigir de alguém qualquer coisa. Ainda assim, o fazemos. E não só para os outros, para nós também. Às vezes em até maior intensidade.

Nos sentimos mal e nos julgamos por desempenhar mal em uma área de nossas vidas, enquanto outras 17 podem prosperar, e isso é o bastante para roubar nossa alegria. Cada dá maior importância para algo e faz as melhores escolhas possíveis com as informações que possui. Todavia, como ficam os resultados das áreas da nossa vida que não priorizamos? Que são negligenciadas, evitadas ou pior?

Elas atrofiam, ganham complexidade, tornam-se mais desafiadoras a cada dia, não por sua natureza, mas por ganharmos mais pratos para equilibrarmos com o passar do tempo. Quando jovens, não tínhamos todas essas responsabilidades... até os menos afortunados conseguiam fugir de uma ou outra atual necessidade. Resultado? Nosso relacionamento com o dinheiro fica cada vez pior e mais difícil de ser solucionado.

Sorte nossa que da mesma forma que podemos nos sentir assim em relação a este ponto, existem pessoas que são nosso oposto. Cujos maiores demônios tomam a face da família, da saúde ou qualquer outro pilar, enquanto suas capacidades e relacionamento com o dinheiro são exemplo. E dessa diferença, abrem-se caminhos para o diálogo, para o aprendizado e para uma das frases mais poderosas que podemos usar: “você poderia me ajudar”?
 

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