O que escolher: ações, debêntures, clubes de investimento, ...?

Para melhor entendimento de como se trabalhar com investimentos, é interessante se pensar em 3 grandes vértices de um triângulo: Liquidez, Segurança e Rentabilidade.

Sem entrar no mérito do significado de cada um desses pontos (que pode se provar confuso e diverso), é importante saber que: não existe ferramenta que satisfaça os 3 de forma diferenciada.

 

No mercado cada gestor e empresa adota uma estratégia baseada em um objetivo em questão, cabe a nós ver qual dessas tem mais a ver conosco. Consultoria segue nessa linha: “O que tem a cara desse cliente?”, “Qual empresa tem uma estratégia que se atenta mais às preocupações do cliente?”.

 

Aqui, trataremos de mercado. Tipos e segmentos presentes no universo de investimentos e como saber qual tem mais a ver com você. Sendo assim, terá informação suficiente para poder refletir: “esse segmento tem a ver comigo”, “não imaginava que era isso” e “não é absurdo”. Se essas frases cruzarem a sua mente, terei cumprido meu objetivo com este artigo.

 

Dito isso, resta a ressalva: consultor financeiro não é para todos. Nem todos estão preparados. Nem por isso, não merecem aprender, explorar e se preparar. Sendo assim, conheçamos os segmentos de mercado e suas particularidades básicas.

MERCADO DE AÇÕES

Trata-se de mercado variável, para aqueles com apetite para risco e retorno. As possibilidades são grandes tanto para de ganho quanto para perda. O resultado depende da (des)valorização das ações, o que leva em consideração uma série de fatores, dentre eles a oferta e demanda e o desenvolvimento da empresa em si. Revela-se interessante para aqueles com grande interesse pelo mercado nacional e internacional, bem como por apostar em empresas que acreditam ter um crescimento diferencial no futuro. Atualmente existem ações ordinárias e preferenciais, as primeiras dão direito à voto dentro da empresa, as demais tem foco no pagamento de dividendos.

DEBÊNTURES

Trata-se de mercado de renda-fixa, para aqueles que desejam, de forma segura, investir em empresas. Estas emitem debêntures para arrecadar fundos para projetos, pagamentos de dívidas e outros… remunerando àqueles que procuram rentabilidades superiores às oferecidas tradicionamente. Diferentemente do mercado de ações, aqui não há participação societária.

FUNDOS DE INVESTIMENTOS

Fundos de investimento podem tratar-se de renda-fixa, renda variável e multimercado (até 49% das operações em mercado variável). Ali especialistas de diversos segmentos se juntam para fazer operações no dia-a-dia com o intuito de ganhar dinheiro se utilizando das demais opções do mercado. Na escolha de um fundo de investimento é essencial conhecer a gestora (Ex.: Verde, Claritas, BTG, Adam, etc.), o histórico e a estratégia do fundo em questão. A diversidade é tamanha que apenas se utilizando de fundos de investimento é possível se atender a quase qualquer tipo de insegurança frente à multiplicação de capital.

CLUBE DE INVESTIMENTO

Os clubes de investimento são similares aos Fundos de Investimento, no entanto, podem ser formados por no máximo 50 participantes e tem como intuito principal introduzir novos “pequenos investidores” no mercado de valores. Obrigatoriamente, a carteira deve possuir 67% do patrimônio líquido alocado em recibos de subscrição, debêntures, ações, bônus de subscrição, entre outros. Assim impedindo que os investidores entrem com todo seu capital em tipos de investimentos mais arriscados. Neste formato, o administrador ou grupo de administradores, será eleito por assembleia geral.

POUPANÇA

É o investimento favorito dos brasileiros e representa 85% do dinheiro aplicado no país. Trata-se de uma opção renda-fixa que está associada diretamente à TR (taxa referencial) e à Taxa Selic. Respeitando as condições que determinam sua rentabilidade, em determinadas ocasiões pode perder ou empatar com o índice de inflação do país (significando uma equivalência no poder de compra). Trata-se de um investimento de liquidez imediata, facilmente superado em termos de rentabilidade por qualquer outro segmento, até mesmo dentro de bancos de varejo. O investimento é protegido pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) em R$ 250.000,00 reais por CPF, por Instituição.

 

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