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Já parou para fazer A conta? Ok, talvez desta forma seja abrangente demais: sabe quanto já pagou por precisar de algo? Se coloque no lugar de um vendedor, você tem dois clientes, um diz: “Gostaria de ver carregadores para o meu celular” e o outro pede “Preciso de um carregador, tenho uma reunião e minha bateria acabou”. Ética à parte: quem pagaria mais caro?

No mercado, o preço de cada produto ou serviço pode ser definido de diversas maneiras: medindo-se pela concorrência, pelo custo de produção, pela margem de lucro, etc. No entanto, a forma mais rentável e eficaz, independentemente do segmento, é o valor percebido. Não importa quanto cobra a concorrência, quanto foi necessário para produzir ou quantos intermediários envolvidos, se para o consumidor algo vale MUITO, este poderá ser o preço.

Neste sentido, no mundo das negociações é imperdoável e a experiência, flexibilidade e agilidade do comerciante pode fazer um relógio comum ser trocado por um diamante raro. Em termos práticos, como você se coloca ao conversar com um vendedor é absolutamente relevante quando se pensando no valor total e final da compra. Quantas vezes você já não comprou algo a mais porque o vendedor era simpático ou deu a você uma boa ideia?

Imagine então se uma pessoa, além de não prestar atenção nesse tipo de coisa, tiver querendo apenas resolver um problema? O foco humano é de um poder incomensurável, que afeta não apenas ao que se destina, mas também o que não é o objetivo. Ou seja, resolve-se um problema, diversas vezes criando outro. Neste caso, financeiro.

Daí tira-se o imediatismo brasileiro. Sutil, disfarçado e acobertado por negação. O inimigo mortal do planejamento. Aquele que o leva a usar o cartão de crédito (além das aparentes maravilhas proporcionadas por sistemas de pontuação e milhas), comprar bens duráveis usando dívidas e recheando em compromissos financeiros um futuro absolutamente imprevisível.

Desculpe, mas se é possível comprar um ítem dividindo-se em 4 vezes ou 30 vezes, basta guardar o valor mensalmente, não? Se uma pessoa não consegue fazer o esforço financeiro para poupar a parcela que precisaria honrar sem o bem, o que a faria conseguir com o bem? Por isso o convido: faça a conta. Veja o quanto já pagou de juros em empréstimos (apenas os maiores, se lhe convém), simule uma aplicação de 10% de rentabilidade ao ano e veja seus resultados!

Chances são de que hoje estaria vivendo uma vida de maiores possibilidades financeiras, mas não porque foi burro, idiota, porque o país é ruim ou sua família não ajudou, e sim pois não teve educação financeira. Ninguém nunca o fez refletir neste tipo de coisa. Por essas e outras que a consultoria financeira é tão eficiente, afinal não é ganhar mais que o fará ter o que busca, mas gerir o que ganhar e utilizar das melhores ferramentas, para chegar nos melhores resultados.

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