Como se planejar financeiramente para sair de casa

Atingindo a vida adulta e terminando os estudos, é comum na vida dos brasileiros querer se tornar independente. Tal decisão implica uma série de responsabilidades e firmeza, mas sabemos que o principal fator determinante para isso é o dinheiro.

Muitas vezes esses jovens que desejam sair de casa ainda estudam, não têm um emprego fixo, mas a vontade de morar em um cantinho próprio é muito grande. Seja pela vontade de ter mais privacidade e/ou seguir a vida sozinhos, é importante ter em mente que dinheiro é essencial.


PLANEJAMENTO FINANCEIRO PARA A MUDANÇA

Conseguindo ou já tendo uma fonte de renda, é preciso estabelecer um prazo para realizar essa mudança. Mesmo morando com os pais, gastos existem e é necessário moderá-los o máximo possível.

O padrão de vida irá mudar, você terá que arcar com várias outras questões como compras no supermercado envolvendo mantimentos e materiais de limpeza, contas fixas de água, luz, internet e até mesmo aluguel, caso ainda não consiga financiar um imóvel próprio.

Sobre a moradia: ela será o principal (e talvez maior) gasto dentro do orçamento. Em primeiro lugar, deve-se ponderar entre um imóvel próprio ou aluguel.

No caso do financiamento, é necessário ter ciência de que o IPTU vem virando a esquina todos os anos e, se for um apartamento, o valor do condomínio deve ser levado em conta. Isso sem falar dos móveis para mobiliar o local que, de imediato, vão demandar uma alta quantia.

Uma ideia muito interessante é fazer um teste: peça a seus pais para permitirem que você arque com os gastos da casa (ou parte deles) por um ou dois meses. Veja se consegue administrar e dar conta dessa responsabilidade.

Caso sim, já está apto. Se não, é necessário rever algumas questões no seu orçamento mensal.

 

CALCULE OS GASTOS E VEJA SE JÁ É POSSÍVEL SAIR

Somando os gastos mensais de aluguel ou financiamento com condomínio (no caso de apartamento), supermercado, estimativa de contas fixas e demais despesas, veja se vale a pena se despedir da famíila e se tornar independente.

Faça isso verificando o quanto tem guardado e se o valor na poupança (ou outros investimentos já citados aqui no blog) já apresenta uma folga para dar esse primeiro passo. Caso ainda tenha dúvidas, espere um pouco. Esteja certo de sua decisão para realizar a mudança.

Mas, se o valor guardado for suficiente, não se esqueça de que, apesar de já estar morando sozinho, continue alimentando a poupança e outros investimentos sempre que possível.

 

BÔNUS: DESENVOLVA SUAS COMPETÊNCIAS DOMÉSTICAS

Morar sozinho envolve uma série de responsabilidades e não se trata apenas de pagar contas. É preciso aprender a se virar. Se a grana é curta, muitas coisas você vai precisar fazer sozinho. Aprenda a cozinhar, de preferência refeições rápidas para poupar tempo para outras atividades.

Desenvolva um hábito mais recorrente de limpeza, impedindo que a sujeira acumule e acabe demandando mais tempo para uma faxina, porque isso, com o tempo, pode acabar atrapalhando horários vagos para lazer. E saiba que morando sozinho tudo que acontecer você é quem precisa resolver.

Pesquise sobre decoração, desenvolva o gosto pelas tarefas e utensílios de casa. Aplicativos como Pinterest contam com vários exemplos de como organizar a mobília e deixar o ambiente de casa ainda mais agradável.

 

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