Aplicando o décimo terceiro em renda fixa

Com o Natal se aproximando, os olhos dos brasileiros brilham ansiosos pelos feriados e o tão esperado 13°. Com a segunda parcela já está a caminho, cada família faz seus planos: organiza viagens, compra presentes, se prepara para o IPTU, Imposto de Renda e diversos outros destinos.

Para muitos, o dinheiro que chega já está contabilizado no centavo, seja para pagar dívidas que foram feitas ao longo do ano ou para se investir e criar a possibilidade de um futuro mais confortável. Para ambos, temos a ação dos juros, sendo que no primeiro caso, perde-se com ele e no segundo, ganha-se. Qual parece mais interessante?

No entanto, a falta de compreensão sobre o mundo dos investimentos e dos riscos associados a cada tipo de estratégia causa um efeito paralisador, que leva a grande maioria dos brasileiros a optar pelo que se diz ser o mais seguro: a poupança. Felizmente, a emersão de especialistas financeiros carismáticos, através de mídias sociais e canais como Instagram e Youtube, vêm proporcionando uma desconstrução da noção de qualidade a cerca de investimentos como a poupança.

Aproveitando a onda de aceitação, revistas renomadas como a InfoMoney, aproveitam para trazer reportagens interessantíssimas, que validam tais conceitos. Neste caso, a matéria aborda como a renda fixa permite ganhos superiores à poupança e uma grande variedade de títulos públicos como: CDB's (Certificados de Depósitos Bancários), LCI's (Letra de Câmbio Imobiliário), LCA's (Letra de Crédito do Agronegócio) e outros.

Obviamente trata-se de uma abordagem generalista, portanto, sem aplicabilidade eficiênte. No entanto, dá uma noção real de como o perfil de um indivíduo - conservador, moderado ou agressivo - é relevante e, mais do que isso, de como o objetivo por trás de um investimento é o fator mais importante na escolha. Embora intimidadora, tal abordagem empodera as pessoas e facilita um afastamento da zona de conforto que prende milhares de brasileiros em investimentos pouco rentáveis.

A evolução de cada indivíduo é única, no entanto, o que se percebe inicialmente é a transição gradual (acompanhada de posterior revolta) do uso de produtos bancários de taxas que se limitam a 70% - 80% do CDI para o uso corretoras de investimento que chegam a oferecer CDBs com rentabilidade relativa superior a 100% do CDI.

Porém, de nada adianta pregar a saída de investimentos bancários, orientar sobre bons investimentos de renda fixa e variável, se quem precisa tomar as ações não o faz, não é tocado, não vê sentido e não confia em quem transmite as informações. E muitas vezes é aí que entra o consultor financeiro, não apenas como fonte para as melhores oportunidades, mas também como educador, parceiro e muitas vezes, confidente. 

Não é culpa de uma criança que nunca viu uma bola de tênis, que não saiba jogar o esporte, tão pouco podemos nos culpar pela nossa ineficácia ao poupar e investir. E se no esporte é socialmente aceito um professor, porque no universo das finanças não seria?

Marque uma reunião e descubra. Um professor particular pode ser exatamente o que você precisa para atingir todos os seus sonhos e objetivos: passar na escola.

 

Fonte: InfoMoney

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